A diversidade cultural, são as diferenças existentes, entre os seres humanos. Como a língua, a raça, a cultura dentre outras características. Não podendo esquecer também, das idionssicrasias ( mistura de culturas), dado do proscesso de imigraçoes de estrangeiros, para determinados pólos. A ideia principal da diversidade, está ligada a termos do pluralismo. Devído a essa grande diferença social, que se encontra hoje, e que temos ascesso a esse leque, através da tecnologia do século XXI, vivemos numa população miscegenada e culturalmente diversificada.Porém, isso não faz significar que sabemos conviver com as diferenças.A educação escolar,não trabalha para valorizar essa diversidade,que é um dos grandes problemas,trabalhados no relativismo cultural. Se isso não for um costume, não vai ser mudado de um dia para o outro na sociedade. Pois vivemos num mundo, que precisamos do tempo, para que se de, a essas modificaçoes.
Contudo,é importante colocar,que as lutas pelas diferenças sempre permaneceram nas sociedades. O termo antigo,utilizado pelos antropólogos,"raça",é o mais debatido dentro do relativismo cultural,onde quer dizer,grupos com várias características somáticas e ancestralidades em comum. Este conceito, agora desacreditado na maioria dos círculos científicos, era popular no século XII, que perdeu o interesse ao desenvolvimento da genética, na segunda metade do século XX,onde a palavra raça não deve ser usada para comprovar a existencia do relativismo cultural, não tem base científica. Foi descoberta, que as diferenças fenótipas não alteram as características genótipas. Então não devía mais existir, esse preconceito racial. A diversidade cultural pertence ao estudo do relativismo cultural,onde significa, que padroes morais e imorais, podem variar de uma cultura para a outra. Não há o certo e o errado, varia muito dos padroes das culturas, em que crescemos.
O que resta,é todos nós,tentarmos lidar, com esse multiculturalismo,ou pluralismo de culturas,socialmente,sem a discriminação de nos acharmos melhores que outros povos. Um ponto é ter a noçao de costumes opostos de outras culturas,comparados aos que estamos acostumados a viver. Outro ponto,é termos de conviver com povos tão diferentes de nós,socialmente. O que resta,é aprendermos a viver e a conviver, com esse multiculturalismo, sem tranformar esse convívio numa barreira social,ou seja, no próprio relativismo cultural
Contudo,é importante colocar,que as lutas pelas diferenças sempre permaneceram nas sociedades. O termo antigo,utilizado pelos antropólogos,"raça",é o mais debatido dentro do relativismo cultural,onde quer dizer,grupos com várias características somáticas e ancestralidades em comum. Este conceito, agora desacreditado na maioria dos círculos científicos, era popular no século XII, que perdeu o interesse ao desenvolvimento da genética, na segunda metade do século XX,onde a palavra raça não deve ser usada para comprovar a existencia do relativismo cultural, não tem base científica. Foi descoberta, que as diferenças fenótipas não alteram as características genótipas. Então não devía mais existir, esse preconceito racial. A diversidade cultural pertence ao estudo do relativismo cultural,onde significa, que padroes morais e imorais, podem variar de uma cultura para a outra. Não há o certo e o errado, varia muito dos padroes das culturas, em que crescemos.
O que resta,é todos nós,tentarmos lidar, com esse multiculturalismo,ou pluralismo de culturas,socialmente,sem a discriminação de nos acharmos melhores que outros povos. Um ponto é ter a noçao de costumes opostos de outras culturas,comparados aos que estamos acostumados a viver. Outro ponto,é termos de conviver com povos tão diferentes de nós,socialmente. O que resta,é aprendermos a viver e a conviver, com esse multiculturalismo, sem tranformar esse convívio numa barreira social,ou seja, no próprio relativismo cultural
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